quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Vida no Campo



Apelo para abandonar as cidades.
Os perigos da cidade
Não é o plano de Deus que moremos na cidade.

Em todo o mundo as cidades estão se tornando viveiros de vícios.

Por toda parte se vê e ouve o que é mau, encontram se estimulantes à sensualidade e ao desregramento. Avoluma-se incessantemente a onda da corrupção e de crime. 
Cada dia oferece um registro de violência: roubos, assassínios, suicídios e crimes inomináveis.

A vida nas cidades é falsa e artificial. A intensa paixão de ganhar dinheiro, o redemoinho da excitação e da corrida aos prazeres, a sede de ostentação, de luxo e extravagância, tudo são forças que, no que respeita à maioria da humanidade, desviam o espírito do verdadeiro desígnio da vida.

As condições da vida nas cidades estão se tornando cada vez mais difíceis. sérias aflições encontram-se-á uma necessidade para muitas famílias.

O ambiente material das cidades constitui muitas vezes um perigo para a saúde.

O estar constantemente sujeito ao contato com doenças, a prevalência de ar viciado, água e alimento impuros, as habitações apinhadas, obscuras e insalubres, são alguns dos males a enfrentar.

Não era designo de Deus que o povo se aglomerasse nas cidades.

Ele pós, no princípio, nossos primeiros pais entre os belos quadros e sons em que se deseja que nos regozijemos ainda hoje.

Quanto mais chegarmos a estar em harmonia com o plano original de Deus, mais favorável será nossa posição para assegurar saúde ao corpo, espírito e alma.

Os anjos da misericórdia apressaram Ló, sua esposa e filhas tomando-os pela mão.
Houvesse Ló se apressado como o Senhor desejava que fizesse, e sua esposa não se teria transformado numa estátua de sal.  Ló tinha espírito demasiadamente vagaroso.  Não nos assemelhemos a ele. 
A mesma voz que advertiu a Ló de que devia abandonar Sodoma, ordena-nos: "Saí do meio deles, e apartai-vos....
Os que obedecem a esta advertência encontrarão um refúgio. Esteja cada homem bem desperto por si mesmo e procure salvar sua família.

As cidades devem ser visitadas pelos juízos de Deus.

Aproxima-se o tempo em que as cidades serão alvo dos juízos divinos.

Dentro em pouco as cidades serão terrivelmente sacudidas.

resultado de não atender às advertências.

As cidades onde reina a transgressão, extremamente pecadoras, serão destruídas por terremotos, pelo fogo e por dilúvio.

Todo o mundo será advertido de que existe um Deus que demonstrará sua autoridade divina, seus invisíveis instrumentos ocasionarão destruição, devastação e morte.

Todas as riquezas acumuladas serão como nada...

Sobrevirão calamidades _ calamidades as mais terríveis, totalmente imprevistas; e estas destruições seguir-se-ão umas às outras.

Se atentarem para as advertências que Deus tem feito, e as igrejas se arrependerem, apegando-se de novo ao seu concerto, então outras cidades podem ser poupadas por algum tempo.

Mas se os homens que têm sido enganados continuarem no mesmo caminho em que têm estado a andar, desrespeitando a Lei de Deus e apresentando falsidade diante do povo, Deus permitirá que sofram calamidades, para que despertem.

Há razões de não devermos construir nas cidades, sobre essas cidades, devem logo cair os juízos de Deus.

Bem depressa se aproxima o tempo em que o poder controlador será muito opressivo.

Repetidas vezes tem o Senhor dado instruções de que nosso povo deve tirar suas famílias das cidades para o campo, onde poderão cultivar seu próprio mantimento; pois no futuro o problema de comprar e vender será bem sério.

Devemos começar agora, a atender às instruções que amiúde nos tem sido dadas:

"Saí das cidades para as zonas rurais, onde as casas não são aglomeradas, e onde estareis livres da interferência dos inimigos.

Grandes bençãos adviria aos pais e aos filhos, se deixassem as cidades.

Deus nos ama e quer o melhor para o seu povo.

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